Ministério da Agricultura cria 13 novas categorias para classificar coprodutos do milho processado

O Ministério da Agricultura publicou novas regras para a classificação e fiscalização dos grãos e fibras resultantes do processamento do milho em usinas de etanol. A portaria, divulgada no Diário Oficial da União, substitui a antiga nomenclatura genérica de DDG (Grãos Secos de Destilaria) por um sistema detalhado com 13 subtipos.

Os novos tipos incluem: fibra úmida (WF), fibra seca (DF), fibra úmida com solúveis (WFS), fibra seca com solúveis (DFS), grãos úmidos de biorrefinaria (WDG), grãos úmidos de biorrefinaria com solúveis (WDGS), grãos secos de biorrefinaria (DDG), grãos secos de biorrefinaria com alto teor de proteína (HPDDG), grãos secos de biorrefinaria com solúveis (DDGS), grãos secos de biorrefinaria com solúveis e alto em óleo (DDGS alto teor de óleo), grãos secos de biorrefinaria com solúveis e baixo em óleo (DDGS baixo teor de óleo), solúveis concentrados de biorrefinaria (CDS) e proteína fermentada de cereais (CFP).

A classificação leva em conta a forma de obtenção, a apresentação e o valor nutritivo do produto. As embalagens devem seguir a nomenclatura oficial, valendo tanto para produtos nacionais quanto importados. Fica proibida a comercialização de itens com mau estado de conservação, odor estranho, matérias-primas não aprovadas para alimentação animal ou que representem riscos à segurança. A pasta também anunciou que fiscalizará os lotes dos coprodutos.

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