O inverno no Rio Grande do Sul tem se mostrado mais úmido que o habitual, o que demanda atenção extra dos criadores de ovinos. A alta umidade combinada com temperaturas baixas pode favorecer o aparecimento de doenças respiratórias e parasitárias, além de comprometer o bem-estar dos animais.
Especialistas recomendam reforçar a secagem dos abrigos e garantir que os animais tenham acesso a áreas cobertas e secas. A cama dos apriscos deve ser trocada com maior frequência para evitar o acúmulo de umidade e fezes. A alimentação também merece cuidado: pastagens encharcadas podem perder qualidade nutricional, sendo indicada a suplementação com feno e ração balanceada.
Outro ponto importante é a vermifugação, que deve ser feita de forma estratégica e com acompanhamento veterinário, já que o ambiente úmido favorece a proliferação de parasitas. O monitoramento diário do rebanho é essencial para detectar precocemente sinais de doenças.
Com essas medidas, é possível minimizar os riscos e garantir a saúde e a produtividade dos ovinos durante o inverno úmido no Rio Grande do Sul.