Café sobe em Nova York com atraso da colheita brasileira; cacau e algodão também avançam

O mercado futuro do café opera em alta na manhã desta terça-feira (21/7) na Bolsa de Nova York, impulsionado pelo atraso na safra brasileira. Os contratos com vencimento em setembro de 2026 registram valorização de 0,66%, cotados a 3,2690 centavos de dólar por libra-peso. Segundo a Barchart, as cotações vêm apresentando altas consecutivas em razão do ritmo mais lento da colheita no Brasil, maior produtor e exportador mundial da commodity.

Além do café, outras commodities agropecuárias também se destacam no pregão desta terça-feira:

  • Cacau: os contratos para setembro de 2026 sobem 0,97%, a US$ 5.728 por tonelada.
  • Algodão: os papéis com entrega em dezembro de 2026 avançam 0,76%, cotados a 79,52 centavos de dólar por libra-peso.
  • Açúcar: opera em leve queda de 0,19%, com os contratos para outubro de 2026 negociados a US$ 15,68 por libra-peso.
  • Suco de laranja: registra baixa de 0,44%, com os contratos para setembro de 2026 cotados a US$ 1,4320 por libra-peso.

O desempenho do café reflete as preocupações com a oferta global, já que o atraso na colheita brasileira pode comprometer os embarques e elevar ainda mais os preços no curto prazo. Acompanhe as cotações em tempo real na ferramenta da Globo Rural.

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