A raiva bovina é uma doença viral grave, transmitida principalmente por morcegos hematófagos, que ataca o sistema nervoso central dos animais e tem alta letalidade. A confirmação de um caso em Santa Catarina acende o alerta para produtores rurais de todo o estado, que devem reforçar as medidas de prevenção, como a vacinação periódica do rebanho e o controle da população de morcegos nas propriedades.
A doença não tem cura e, uma vez que os sintomas se manifestam, o óbito do animal é inevitável. Por isso, a prevenção é a principal arma contra a raiva bovina. A vacinação deve ser realizada anualmente em todo o rebanho, especialmente em regiões onde há histórico de casos.
Além da vacinação, é importante que os pecuaristas estejam atentos a sinais como salivação excessiva, andar cambaleante, agressividade ou apatia nos animais. Qualquer suspeita deve ser imediatamente comunicada ao serviço veterinário oficial para que as medidas de controle sejam adotadas.
A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) já foi acionada para realizar o bloqueio sanitário na região do foco e investigar a origem do caso. A orientação é que os criadores mantenham a caderneta de vacinação atualizada e evitem o contato com animais silvestres, especialmente morcegos.
Para mais informações, os produtores podem buscar a orientação do médico veterinário da sua região ou da unidade local da Cidasc. A prevenção é a melhor forma de proteger o rebanho e a saúde pública.