Café sobe em Nova York com chuvas nas lavouras brasileiras; cacau e açúcar também avançam

As cotações do café continuam em alta na Bolsa de Nova York nesta quarta-feira (29/7), impulsionadas por preocupações com as fortes chuvas que atingem as lavouras do Brasil. Os contratos com vencimento em setembro de 2026 avançam 0,31%, cotados a 3,4015 centavos de dólar por libra-peso. Segundo a Barchart, o mercado segue atento aos impactos climáticos sobre a safra brasileira.

Outras commodities também operam em alta no pregão. O cacau sobe 1,92%, com os contratos para setembro de 2026 cotados a US$ 5.301 por tonelada, impulsionado pelo surgimento de posições vendidas após a desvalorização do dólar. O açúcar avança 0,96%, com os papéis para outubro de 2026 negociados a US$ 14,68 a libra-peso.

Por outro lado, o algodão registra queda de 0,63%, com os lotes para dezembro de 2026 cotados a 79,99 centavos de dólar por libra-peso. O suco de laranja concentrado e congelado também opera em leve baixa de 0,07%, a US$ 1,3705 a libra-peso para setembro de 2026.

O mercado agrícola segue atento às condições climáticas no Brasil e aos movimentos cambiais, que influenciam diretamente as cotações das principais culturas negociadas na bolsa nova-iorquina.

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