O cacau abriu a sessão na bolsa de Nova York em forte alta nesta segunda-feira (3/8). Os contratos da amêndoa com vencimento em setembro de 2026 sobem 6,91%, cotados a US$ 5.767 a tonelada. Após subir 5,6% na última sessão, a nova alta se justifica pela preocupação com a produção de cacau em Gana, o segundo maior produtor mundial.
O órgão regulador do cacau no país africano projeta que a colheita em 2026/27 fique entre 450 mil e 550 mil toneladas, uma redução significativa em comparação com as 750.000 toneladas de 2025/26, segundo a Barchart.
Enquanto o cacau dispara, outras commodities agrícolas apresentam movimentos mistos. O café opera em queda, com os lotes para setembro de 2026 recuando 0,54%, cotados a 3,3025 centavos de dólar a libra-peso. O açúcar, por outro lado, sobe 1,01% nos contratos com vencimento em outubro de 2026, negociados a US$ 14,80 a libra-peso. O algodão cai 1,53% nos papéis com entrega para dezembro de 2026, cotados a 80,54 centavos de dólar por libra-peso. O suco de laranja concentrado e congelado também recua, com os contratos para setembro de 2026 em queda de 1,77%, cotados a US$ 1,5240 a libra-peso.
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