O Sindicato Nacional dos Defensores dos Animais (Sindan) defende a segregação de animais como medida para atender às exigências da União Europeia. A proposta visa garantir que as práticas de criação e manejo estejam alinhadas com os padrões internacionais de bem-estar animal, especialmente para a exportação de produtos de origem pecuária.
Segundo a entidade, a separação dos animais por categorias — como idade, estado de saúde e finalidade produtiva — pode facilitar a rastreabilidade e o controle sanitário, requisitos fundamentais para a certificação europeia. A medida também busca evitar contaminações cruzadas e melhorar a qualidade dos produtos destinados ao mercado externo.
A iniciativa do Sindan reforça a importância de adaptar as práticas nacionais às regulamentações internacionais, fortalecendo a competitividade do setor pecuário brasileiro no cenário global.