Cacau inicia semana em queda na Bolsa de Nova York com expectativa de safra robusta na África Ocidental

O preço do cacau opera em baixa nesta segunda-feira (24/8) na Bolsa de Nova York, pressionado pelo indicativo de uma safra volumosa no oeste africano, conforme aponta a Barchart. Os lotes da amêndoa com entrega para setembro de 2026 recuam 4,01%, cotados a US$ 5.750 por tonelada.

O movimento de queda reflete as expectativas de maior oferta global, especialmente com a perspectiva de colheitas robustas nos principais países produtores da África Ocidental, como Costa do Marfim e Gana.

Outras commodities

No mesmo pregão, outras commodities também apresentaram movimentos relevantes:

  • Café: abre a semana em alta, com os lotes para dezembro de 2026 avançando 1,95%, cotados a US$ 3,28 a libra-peso.
  • Açúcar: opera em leve alta, mas os contratos com vencimento em outubro de 2026 caem 2,21%, negociados a US$ 17,23 a libra-peso.
  • Algodão: opera em leve alta, com os papéis para dezembro de 2026 subindo 0,14%, cotados a 88,47 centavos de dólar por libra-peso.
  • Suco de laranja: os contratos de suco concentrado congelado operam em alta, com os papéis para setembro de 2026 cotados a US$ 1,4590 a libra-peso, avanço de 3,05%.

O mercado segue atento aos desdobramentos climáticos e logísticos que podem impactar a oferta e a demanda das principais commodities agrícolas.

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