Cacau mantém alta na Bolsa de Nova York com preocupações sobre a safra 2026/27

O cacau segue com preços elevados na bolsa de Nova York, impulsionado por preocupações com a oferta global da amêndoa. Nesta segunda-feira (31/8), os contratos futuros para dezembro subiram 1,85%, negociados a US$ 6.771 a tonelada, após uma alta de 7% na sessão anterior.

As condições climáticas adversas continuam afetando os principais países produtores, como Costa do Marfim e Gana. As chuvas durante o período de desenvolvimento dos cacaueiros estão comprometendo a qualidade dos grãos que serão colhidos no próximo mês, quando se inicia a safra 2026/27.

Enquanto isso, outros mercados também registraram movimentos: o algodão subiu 1,93% para 93,14 centavos de dólar por libra-peso; o açúcar demerara avançou 1,42% para 17,81 centavos; o café arábica caiu 0,43% para US$ 3,1285 por libra-peso; e o suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ) recuou 5,34% para US$ 1,3725 por libra-peso.

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