Preços do suíno vivo divergem entre regiões: alta no Sudeste e queda no Sul

Os preços do suíno vivo seguem com movimentos opostos nas regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Enquanto o Sudeste registrou pequenas altas nos últimos dias, o Sul enfrenta recuos, pressionado pela maior oferta de animais disponíveis para abate.

Preços do suíno vivo por região

Na quarta-feira (9/9), o indicador do Cepea em Minas Gerais chegou a R$ 5,04 por quilo do animal vivo, com alta acumulada de 0,40% desde o início de setembro. No Paraná, o preço médio ficou em R$ 4,43 por quilo, uma queda de 1,34% no mesmo período.

Demanda da indústria e oferta no Sul

Segundo pesquisadores do Cepea, a indústria aumentou a demanda por novos lotes de animais, diante da maior procura pela carne suína na ponta final do mercado, especialmente no Sudeste. Esse cenário já era esperado por causa do recebimento de salários pela população.

No Sul, a maior oferta de animais para abate, ampliada pelo menor ritmo de embarques em agosto, pressionou as cotações do vivo, mesmo com a demanda interna mais aquecida. No mercado atacadista da carne, o ritmo de negócios também se manteve favorável, sustentado pela procura do consumidor final, conforme o Cepea.

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