A família Buss, proprietária de uma fazenda de 44 hectares em Turuçu, no Rio Grande do Sul, deu um salto tecnológico ao substituir as duas ordenhas manuais diárias, que duravam cerca de duas horas cada, por um sistema robotizado. O investimento superou R$ 4 milhões e incluiu a modernização completa da estrutura, além de reunir os filhos no campo para tocar o negócio.
Com a adoção do robô de ordenha, a propriedade hoje conta com 56 vacas em lactação, produzindo aproximadamente 1,9 mil litros de leite por dia. A mudança não apenas aumentou a eficiência e o bem-estar animal, mas também trouxe mais qualidade de vida para a família, que antes dedicava longas horas ao processo manual.
O caso da família Buss é um exemplo de como a pecuária leiteira pode se beneficiar da automação, mesmo em propriedades de médio porte. O investimento em tecnologia, embora elevado, tem se mostrado viável quando aliado a uma gestão focada em produtividade e sucessão familiar.