De acordo com levantamento da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), a falta de energia elétrica se consolidou como o principal entrave para o desenvolvimento dos confinamentos no estado. O problema afeta diretamente a operação de sistemas de irrigação, resfriamento e alimentação automatizada, comprometendo a produtividade e o bem-estar animal.
O relatório da Faeg destaca que a infraestrutura elétrica em diversas regiões goianas é insuficiente para atender à demanda crescente dos confinamentos, especialmente durante os períodos de pico de calor. Produtores relatam quedas de energia frequentes e impossibilidade de expandir suas instalações devido à falta de capacidade da rede.
A entidade tem cobrado do governo estadual e das concessionárias de energia investimentos urgentes em modernização e ampliação da rede elétrica, além de soluções como a geração própria de energia via painéis solares. Enquanto isso não ocorre, os confinamentos goianos perdem competitividade e correm riscos de perdas significativas.