A participação das fontes renováveis ligadas ao agronegócio na matriz energética brasileira alcançou 29%. O avanço reforça o papel do setor na transição para uma economia de baixo carbono e é puxado, principalmente, pelos biocombustíveis e pela bioeletricidade.
Biocombustíveis ganham mais espaço
O etanol, inclusive o produzido a partir do milho, e o biodiesel são os grandes destaques desse crescimento. Além de reduzir a dependência de combustíveis fósseis, a expansão desses biocombustíveis agrega renda à produção rural e fortalece a bioeconomia no país.
Bioeletricidade e aproveitamento de resíduos
A geração de energia a partir do bagaço da cana, da biomassa e de dejetos animais também contribui para o resultado. O aproveitamento desses resíduos torna as unidades produtivas mais eficientes e reduz impactos ambientais no campo.
Perspectivas para o agro
Com a demanda crescente por descarbonização e o desenvolvimento de novas tecnologias, a expectativa é que a participação do agro na matriz energética continue aumentando nos próximos anos, consolidando o Brasil como referência global em energia renovável.