O melhoramento genético vem ganhando cada vez mais espaço na pecuária de corte como ferramenta para aumentar a eficiência e a rentabilidade. No programa Giro do Boi, da Canal Rural, o tema foi abordado com destaque para o papel da genética provada no combate aos chamados ‘touros cabeceira de boiada’ e no aumento da margem na fase de cria.
A expressão ‘touro cabeceira de boiada’ remete àqueles reprodutores utilizados sem a devida comprovação genética, muitas vezes por tradição ou conveniência, o que pode comprometer o desempenho do rebanho. A adoção de genética provada surge como uma alternativa para reduzir esse risco, trazendo mais previsibilidade e segurança ao sistema produtivo.
Com reprodutores avaliados e com provas zootécnicas, o pecuarista pode obter ganhos importantes em características como fertilidade, ganho de peso e qualidade dos animais. Esses fatores impactam diretamente a margem da atividade de cria, uma das fases mais sensíveis da pecuária de corte.
A discussão apresentada no Giro do Boi reforça a importância de planejar a aquisição de touros e investir em material genético confiável, evitando prejuízos e elevando a produtividade do rebanho.