Com a possibilidade de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as lideranças do agronegócio brasileiro começam a se manifestar sobre o futuro do setor. O agro, que representa uma fatia significativa do PIB nacional, tem opiniões divididas quanto à continuidade das políticas atuais.
De um lado, representantes de associações rurais destacam avanços na regularização fundiária e no crédito rural. De outro, críticos apontam desafios na relação com o meio ambiente e na burocracia para exportação. A maioria, no entanto, concorda que o diálogo com o governo precisa ser constante para garantir previsibilidade e competitividade.
Lideranças como a da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Sociedade Rural Brasileira (SRB) já sinalizaram que esperam uma agenda focada em infraestrutura, logística e sustentabilidade. A reforma tributária também é um ponto central nas discussões.
O presidente Lula, por sua vez, tem buscado aproximação com o setor, destacando programas como o Plano Safra e a ampliação de mercados internacionais. A reação do agro será crucial para as eleições de 2026.