Banco de antígenos fortalece a sanidade do rebanho brasileiro após o fim da vacinação contra aftosa

Com o encerramento da vacinação contra a febre aftosa no Brasil, a pecuária nacional passa a contar com um reforço estratégico para a defesa sanitária: o banco de antígenos. A estrutura é essencial para garantir que o país mantenha capacidade de resposta rápida diante de qualquer suspeita da doença, mesmo sem a imunização rotineira dos animais.

O banco de antígenos consiste no armazenamento de partículas virais inativadas que podem ser transformadas em vacinas em situação de emergência. Essa medida permite ao setor pecuário agir com agilidade para conter focos eventuais, protegendo o rebanho e evitando prejuízos à atividade.

Além disso, a iniciativa reforça o compromisso do Brasil com a sanidade animal e a qualidade das exportações. Ao manter estoques estratégicos prontos para uso, o país assegura que o fim da vacinação não represente aumento de risco, preservando o status sanitário conquistado ao longo dos anos.

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