A produção de biocombustíveis no Brasil tem gerado um efeito colateral positivo para a pecuária nacional: a ampliação da oferta de ração animal. Subprodutos do processo de fabricação de etanol, como o DDG (grãos secos de destilaria), vêm sendo cada vez mais utilizados na alimentação do gado, reduzindo custos e aumentando a disponibilidade de insumos.
Com mais ração disponível e a preços competitivos, a cadeia produtiva da carne brasileira ganha fôlego para enfrentar concorrentes globais. A sinergia entre o setor de biocombustíveis e a pecuária fortalece a posição do Brasil como um dos maiores exportadores de proteína animal do mundo.
Esse movimento não apenas impulsiona a eficiência das fazendas, mas também agrega valor à produção nacional, tornando a carne brasileira mais competitiva no mercado externo.