O preço do café opera em alta nesta manhã de quarta-feira (1º de julho) na Bolsa de Nova York, impulsionado por condições climáticas adversas no Brasil. Os contratos com entrega para setembro de 2026 avançam 1,80%, cotados a US$ 3,0140 a libra-peso. De acordo com análise da Barchart, as cotações atingiram o maior patamar em quatro meses em função das chuvas que estão atrasando a colheita de arábica no país.
Outras commodities também apresentam movimentos positivos. O açúcar opera em leve alta, com contratos para outubro de 2026 subindo 1,27%, negociados a US$ 15,96 a libra-peso. O algodão também avança: os papéis com entrega para dezembro de 2026 sobem 1,45%, cotados a 77,90 centavos de dólar por libra-peso. Já o suco de laranja concentrado e congelado registra forte alta de 3,60%, com os contratos para setembro de 2026 cotados a US$ 1,7120 a libra-peso.
Por outro lado, o cacau apresenta leve queda, com investidores liquidando lucros após alta de 2,23% no fechamento da terça-feira (30 de junho). Os contratos da amêndoa com vencimento em setembro de 2026 recuam 0,22%, cotados a US$ 5.068 a tonelada.
O cenário reflete a influência direta das condições climáticas sobre as safras brasileiras, especialmente no caso do café, onde as chuvas têm impactado o cronograma de colheita. Acompanhe as próximas atualizações para mais detalhes sobre o mercado de commodities.