Café recua em Nova York com avanço da colheita no Brasil; cacau e açúcar também caem

O café opera em queda na manhã desta sexta-feira (21/8) na Bolsa de Nova York, influenciado pelo clima seco que impulsiona o ritmo da colheita no Brasil. Os contratos com vencimento em dezembro de 2026 registram baixa de 1,47%, cotados a 3,2435 centavos de dólar por libra-peso, segundo dados da Barchart.

O cacau também acompanha o movimento de queda. Os lotes para setembro de 2026 recuam 0,41%, a US$ 6.040 por tonelada, interrompendo as altas consecutivas provocadas por preocupações com a safra reduzida em Gana.

No mercado do açúcar, a commodity opera em baixa de 0,51% nos contratos para outubro de 2026, negociados a US$ 17,43 por libra-peso, em meio à realização de lucros por fundos de commodities.

Em sentido oposto, o algodão sobe 0,65% nos papéis com entrega em dezembro de 2026, cotados a 88,92 centavos de dólar por libra-peso. Já o suco de laranja concentrado e congelado permanece estável, com os contratos para setembro de 2026 em US$ 1,4950 a libra-peso, sem variação.

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