O preço do café voltou a operar em alta nesta quinta-feira (9/7) na Bolsa de Nova York, impulsionado pelo atraso na colheita do grão no Brasil, causado por chuvas nas regiões produtoras. Os contratos com entrega para setembro de 2026 avançam 3,15%, cotados a US$ 3,1950 por libra-peso, segundo dados da Barchart.
Além do café, o cacau também registra valorização. Os contratos da amêndoa com vencimento em setembro de 2026 sobem 1,06%, negociados a US$ 6.116 por tonelada.
Por outro lado, outras commodities operam em baixa:
- Açúcar: contratos com vencimento em outubro de 2026 caem 0,40%, a US$ 15,05 por libra-peso.
- Algodão: papéis com entrega para dezembro de 2026 recuam 0,99%, cotados a 79,87 centavos de dólar por libra-peso.
- Suco de laranja: contratos de suco concentrado e congelado para setembro de 2026 têm queda de 0,92%, a US$ 1,5150 por libra-peso.
O movimento do mercado reflete as condições climáticas adversas no Brasil, que afetam a oferta de café, enquanto outros produtos seguem tendências distintas influenciadas por fatores globais.