O preço do café voltou a subir nesta quarta-feira (9/9) na Bolsa de Nova York, impulsionado por chuvas que atingiram as regiões produtoras do Brasil na reta final da colheita. Os lotes com entrega para dezembro de 2026 registraram alta de 1,56%, cotados a US$ 2,9585 por libra-peso.
De acordo com a Barchart, as precipitações em São Paulo e Minas Gerais — principais estados produtores de café do país — geraram preocupações sobre a qualidade e o andamento da colheita, o que elevou as cotações no mercado internacional.
Enquanto o café avançou, outras commodities apresentaram movimentos mistos. O cacau recuou 0,47%, com contratos para dezembro de 2026 a US$ 5.886 por tonelada. O açúcar subiu 0,72%, negociado a US$ 18,23 a libra-peso, e o algodão teve alta de 0,753%, a 86,99 centavos de dólar por libra-peso. Já o suco de laranja concentrado e congelado caiu 0,53%, cotado a US$ 1,4980 a libra-peso.
O movimento do café reflete a sensibilidade do mercado às condições climáticas no Brasil, maior produtor e exportador mundial da commodity. Com a colheita ainda em andamento, os traders seguem atentos ao clima e aos impactos sobre a oferta global.