Demanda firme sustenta alta nos preços da soja no Brasil

A demanda por soja brasileira continua sendo um dos principais fatores que sustentam preços mais altos no mercado interno. Nesta terça-feira (23/6), o indicador Cepea/Esalq base porto de Paranaguá (PR) avançou 0,52%, chegando a R$ 133,50 a saca.

O Brasil deve fechar mais um mês com volume expressivo de exportações. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) projeta embarques de 15,21 milhões de toneladas em junho de 2026, contra 13,79 milhões no mesmo mês de 2025.

Relatório do Rabobank destaca que as vendas externas do Brasil seguem aquecidas, apesar da elevação dos fretes, do enfraquecimento da demanda chinesa e da apreciação do real frente ao dólar.

Preços nas principais praças

De acordo com a AgRural, em Ponta Grossa (PR) a saca foi cotada a R$ 129,50, alta de R$ 1 em relação ao dia anterior. Em Rondonópolis (MT), o valor subiu R$ 0,50, para R$ 114. Já em Luís Eduardo Magalhães (BA), houve leve queda de R$ 0,50, com a saca negociada a R$ 116,50.

Chicago praticamente estável

Na bolsa de Chicago, os contratos de soja para julho fecharam com alta de 0,11%, a US$ 11,17 por bushel, mantendo-se praticamente estáveis.

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