Soja, milho e trigo sobem em Chicago com demanda chinesa e oferta restrita

Os preços dos grãos operam em alta na manhã desta quinta-feira (2/7) na Bolsa de Chicago, impulsionados por fatores como o interesse da China pela soja norte-americana e a menor área plantada de trigo nos Estados Unidos. As cotações refletem um cenário de demanda aquecida e oferta limitada para as principais commodities agrícolas.

Soja

O contrato da soja para agosto de 2026, de maior liquidez, avança 0,82%, cotado a US$ 11,4225 o bushel. Segundo a consultoria Granar, os investidores monitoram de perto o apetite chinês em garantir volumes da safra 2026/2027 dos EUA para embarque no último trimestre do ano, o que sustenta a valorização.

Milho

O milho também registra alta, com o contrato para setembro de 2026 subindo 0,95%, a US$ 4,26 o bushel. A commodity acompanha o movimento de alta dos grãos, em meio a expectativas de ajustes na oferta global.

Trigo

O trigo se valoriza 1%, cotado a US$ 6,06 o bushel para setembro de 2026. O avanço é influenciado pela redução da área plantada nos Estados Unidos, conforme dados divulgados na terça-feira (30/6) pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). A menor oferta potencial pressiona os preços para cima.

O mercado segue atento aos próximos relatórios de oferta e demanda, além de possíveis novos anúncios sobre acordos comerciais entre China e Estados Unidos, que podem ditar os rumos das cotações nas próximas semanas.

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