Pecuária: abate não pode ser adiado para sempre e preços devem recuar
Pecuária enfrenta pressão nos preços da arroba com oferta acumulada; postergar abate não é sustentável e cotações devem cair.
Pecuária: abate não pode ser adiado para sempre e preços devem recuar
Mercado pecuário deve enfrentar queda nos preços, pois produtores não conseguem adiar indefinidamente o abate de animais. Tendência é de normalização da oferta.
Pecuária não consegue adiar abate por tempo ilimitado e preços devem recuar
Análise indica que o setor pecuário não conseguirá adiar o abate por tempo indeterminado, o que deve levar a uma queda nos preços do boi gordo.
Pecuaristas não conseguem adiar abate indefinidamente; preços devem cair
Pecuaristas não conseguem adiar abate por tempo indeterminado; oferta maior pressiona cotações para baixo.
Preço do suíno vivo em São Paulo atinge menor patamar em duas décadas

Preço do suíno vivo em São Paulo atinge o menor valor real em 20 anos, com queda de 41,2% em relação a junho de 2025. Oferta crescente e demanda doméstica fraca pressionam as cotações.
Chuvas no Brasil elevam preços do café em Nova York; arábica sobe 4,54%

Chuvas acima da média em junho comprometem a colheita de café no Brasil e elevam os preços do arábica em Nova York para US$ 3,0990/lb. Cooxupé registra o menor avanço de colheita desde 2018.
Preços do arroz sobem em junho, mas rentabilidade dos produtores ainda preocupa

Preços do arroz sobem 1,28% em junho, mas rentabilidade dos produtores segue comprometida, com endividamento e necessidade de renegociação de dívidas no centro das preocupações do setor.
Cotação do algodão cai 3,65% em junho no Brasil após quatro meses de alta

Após quatro meses de alta, a cotação do algodão em pluma caiu 3,65% em junho no Brasil, pressionada por compradores e pela queda das cotações internacionais, segundo o Cepea.
Preços da soja no Brasil seguem estáveis, mas analista projeta cenário mais positivo

O preço da soja registrou leve baixa em Paranaguá, mas analista aponta que cenário está mais favorável para altas, com câmbio valorizado e prêmios subindo.
Café e cacau despencam 26% no primeiro semestre com aumento da oferta global

Café e cacau caíram 26% no primeiro semestre de 2026 em Nova York, pressionados pelo aumento da oferta global. Suco de laranja, açúcar e milho também recuaram, enquanto algodão, trigo e soja acumularam alta.