A transformação de áreas de pastagem em florestas de eucalipto para produção de celulose tem gerado o que especialistas chamam de ‘deserto verde’ no Vale da Celulose, em Mato Grosso do Sul. A expressão refere-se à monocultura extensiva de árvores, que substitui a vegetação nativa e as pastagens, impactando a biodiversidade e o uso da terra.
O movimento, impulsionado por grandes empresas do setor, busca atender à demanda global por papel e celulose, mas levanta debates sobre sustentabilidade e os efeitos socioambientais dessa mudança no uso do solo.