Votação popular do Prêmio Mulheres do Agro para Ciência e Pesquisa está aberta até 22 de julho

Estão abertas até o dia 22 de julho as votações para a etapa final da 9ª edição do Prêmio Mulheres do Agro, na categoria Ciência e Pesquisa. Realizado pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), as concorrentes foram indicadas pela própria comunidade acadêmica e agora seguem para a etapa de votação popular, por meio do site oficial da premiação. A vencedora da categoria será anunciada no próximo mês, em São Paulo.

Conheça as finalistas

Ana Paula Oliveira Nogueira é engenheira agrônoma formada pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), mestre e doutora em Genética e Melhoramento pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Atualmente, é professora e pesquisadora da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), onde coordena o Programa de Melhoramento de Soja e lidera o Grupo de Pesquisa em Biotecnologia, Genética e Melhoramento de Plantas. Suas pesquisas concentram-se no desenvolvimento de cultivares de soja com alto potencial produtivo, resistência a doenças, adaptabilidade e estabilidade, além de estudos voltados à conservação e ao melhoramento do pequizeiro. Também coordena laboratórios de cultura de tecidos vegetais e genética de plantas.

Erika Valente de Medeiros é bióloga pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mestre e doutora em Agronomia pela Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), com pós-doutorado em Ecologia Microbiana do Solo pelo Institut National de la Recherche Agronomique (INRA), na França. Ela é professora titular da Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE) e diretora de Pós-Graduação da instituição, onde lidera pesquisas em microbiologia e bioquímica do solo, biochar, desertificação, bioeconomia e agricultura sustentável no semiárido brasileiro. Com mais de 200 artigos científicos publicados, sete patentes e reconhecimento por pesquisas de alto impacto, alia ciência, inovação e sustentabilidade.

Maria Carolina Quecine Verdi é engenheira agrônoma e licenciada em Ciências Agrárias pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP), onde também concluiu o doutorado em Genética e Melhoramento de Plantas, com período de pesquisa no Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Atualmente, é professora associada da ESALQ/USP e atua na área de genética molecular de microrganismos, desenvolvendo pesquisas sobre a interação entre microrganismos e plantas para o controle biológico de doenças e a promoção do crescimento vegetal. Ao longo da carreira, recebeu prêmios como o Dow de Inovação e Sustentabilidade e o Top Etanol.

Vencedora da última edição

A engenheira agrônoma Dalilla Carvalho Rezende foi a vencedora da categoria Ciência e Pesquisa da 8ª edição do prêmio. Filha de um pequeno produtor do sul de Minas Gerais, escolheu a pesquisa inspirada pelas dificuldades que observava no campo durante a adolescência. Hoje é professora e pesquisadora no IFSULDEMINAS – Campus Machado, onde coordena o projeto de extensão “Paisagens Sustentáveis”, que, em parceria com a torrefadora alemã Tchibo e cooperativas regionais, alcançou diretamente 2.181 pessoas desde 2024, entre cafeicultores, técnicos e estudantes.

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